Vice-prefeito de Águas de São Pedro participa da OMTh que pede criação de Observatórios sobre Termalismo

Vice-prefeito de Águas de São Pedro participa da OMTh que pede criação de Observatórios sobre Termalismo

Vice-prefeito de Águas de São Pedro participa da OMTh que pede criação de Observatórios sobre Termalismo – Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira, o Vice Presidente, OMTh Organização Mundial de Termalismo, o Geólogo Dr. Fábio Tadeu Lazzerini , encaminhou oficio ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros, onde solicita que o Ministério da Saúde, edite portaria visando a constituição de observatórios das experiências em Termalismo social/crenoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS).

Dentre os participantes das discussões, estão o vice-prefeito e médico termalista Dr. Celso Marques e Rosana Borborema, ambos de Águas de São Pedro, além de: BA:Marcio Cristiano-Caldas de Cipó, ES:Dr. Walter de Prá e Dr. Marcos Orlando-Guarapari, GO:Claudio- Caldas Novas, MG:Jussara Marrichi-Poços Caldas, PR:Angela Lazzerini, Dr. Fabio Lazzerini, Júlio Gaspar e Pedro Bijari-Itaipulândia; Gilmar Piolla-Foz do Iguaçu; RS:Juarez Tavares-Machadinho; SC:Fabrício- Gravatal, Fernando Hellmann-Florianópolis, Juliano Santos e Livia Drago-Santo Amaro da Imperatriz; SP:Dagnaldo de Araújo Silva-Águas de Lindóia, Dr. Paulo Flávio de Macedo Gouvea- Peruíbe, Luis Tojo-Lindóia, Dr. Paulo Sergio Cardoso da Silva, Dr. Wilson e Luci Pires da Silva-São Paulo.

“A ideia desse documento é orientar, no âmbito do Ministério da Saúde, a implantação da Prática Integrativa e Complementar (PIC) do Termalismo social/Crenoterapia como serviço de tratamento preventivo e terapêutico pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Assim, de acordo com legislações e diretrizes relacionadas à PNPIC, inicialmente são sugeridos: o aumento dos conhecimentos correlatos, a criação de observatórios para avaliações dos procedimentos e suas eficácias; bem como posterior divulgação e capacitação das informações.  O Termalismo social e a Crenoterapia possuem definições e características passíveis de associa-las a aplicações e pesquisas internacionais com os seguintes termos: medicina termal (TM-OMS, 2000), medicina hidrológica, hidroterapia (CAM-OMS, 2013), balneoterapia (DNPM, 1945), SPA terapia, medicina de resort de saúde, climatoterapia, talassoterapia, medicina de banho de floresta, paisagens terapêuticas, peloterapia, naturopatia, radonioterapia, etc”, destaca o representante da entidade

“A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece algumas destas práticas medicinais e em diversos países possuem legislações específicas, subsídios na saúde pública, benefícios previdenciários e populares alternativas complementares e integrativas na prevenção e cura de doenças, tratamentos em dores crônicas, qualidade de vida de idosos, promoção da saúde e do bem estar.

Neste contexto, a preservação e o conhecimento dos fatores (ambientes e recursos) naturais terapêuticos potencialmente utilizados nestas práticas, consistem fundamentos aos tipos de componentes biologicamente ativos, as formas de exposições, dosagens, indicações e ensaios clínicos correlatos.

Em revisão de literatura internacional nesta temática, as aplicações tradicionalmente testemunhadas e as eficácias terapêuticas clinicamente pesquisadas abrangem inúmeras patologias e problemas de saúde”, completa.

Ele elenca ainda as principais indicações relacionadas ao Termalismo social/Crenoterapia: benefícios em condições de funcionalidades e incapacidades da saúde (ICF-OMS, 2001; Morita et al., 2006; Brasil-CC, Decreto 6214/2007; Rapoliene et al., 2016), envelhecimento ativo e saudável (AHA)(Blain et al., 2016), doenças crônicas (Shimodozono et al., 2012; Xu et al., 2017), atenção a idosos (dores crônicas, capacidade funcional e qualidade de vida)(Gaál et al., 2008; Karagulle et al., 2016), reumatologia e doenças osteomuscular/conjuntivo (Françon & Forestier, 2009; Stier-Jarmer et al., 2015), doenças da pele e tecido subcutâneo (Hydroglobe, 2013; Lee et al., 2016) e doenças do sistema respiratório (Keller et al., 2014; Magrone et al., 2016).

A sustentabilidade e as vantagens sócio-econômicas onde estas atividades ocorrem vem aumentando seu desenvolvimento em países de tradição e se iniciando em outros. E através de algumas avaliações organização mundial de termalsimo www.omth.com políticas publicadas são enumerados potenciais benefícios a saúde pública, diminuição de custos ao sistema de atendimentos médicos (internações hospitalares, exames diagnósticos e remédios), aumento de funcionalidade e qualidade de vida previdenciária (Lazzerini, 2013 – Cap. 2).

O documento cita a estância hidromineral de Águas de São Pedro, que conta com um Balneário SPA público, com massoterapias, banhos e inalações de água sulfurosa, betuminosa, sulfatada, alcalina; para reumatologia, dermatologia e pneumologia (Dr. Pupo; Dr Celso Marques), além de Águas de Lindóia e Peruíbe no Estado De São Paulo.

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