‘Mulheres que correm com lobos’ será tema de roda de conversa em projeto de estímulo à leitura

‘Mulheres que correm com lobos’ será tema de roda de conversa em projeto de estímulo à leitura

Evento será realizado no dia 22 de junho; inscrições devem ser feitas pelo link

Mulheres que correm com lobos, livro escrito pela psicóloga e analista junguiana americana Clarissa Pinkola Estés, foi lançado há quase três décadas e até hoje é um fenômeno. Permaneceu mais de 145 semanas na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times e foi publicado em 42 idiomas. No Brasil, é sempre destaque na lista de mais vendidos e nas recomendações de clubes e grupos de leitura. Por todas estas características, o título foi escolhido pela Coordenadoria de Cultura para dar continuidade às ações de incentivo à leitura com a realização, no dia 22 de junho, de uma roda de conversa sobre o livro, com mediação de Luana Bertochi, psicóloga e facilitadora de rodas de mulheres há 4 anos.

“A proposta é trabalhar duas vertentes: o feminino e o incentivo à leitura”, informa o coordenador de Cultura, Ivan Teixeira.

O livro é um dos mais solicitados atualmente na Biblioteca Gustavo Teixeira. Em mais de 500 páginas, possui 19 contos e lendas de diversas culturas que revelam aspectos da experiência feminina.

A visão da autora sobre o patriarcado amplia a discussão e faz a obra ser ainda mais atual. Além disso, Clarissa é uma contadora de histórias e isso imprime uma camada de magia e poesia.

“O projeto pretende dar voz ao público, criando uma oportunidade de escuta a respeito de temas variados. Apresentamos temáticas relacionadas ao respeito às diferenças, preconceito, identidade, autoestima, resiliência, bullying, entre outros. O objetivo é o de promover reflexões por meio de atividades lúdicas, artísticas e vivências literárias,” destaca Ivan.

Para Luana, “cada uma das histórias trabalha o arquétipo da Mulher Selvagem, que seria a nossa versão instintiva e não-domesticada. Trabalha ainda as armadilhas da mente que nos prejudicam, os padrões exigidos por uma sociedade sem refletir a singularidade de cada mulher, trazendo assim o entendimento de que há uma força que nunca morre dentro de nós, porém a domesticação a faz adormecer.” Apesar de ser uma temática voltada ao feminino, a psicóloga disse ser importante a participação de homens. “É necessária a integração dos homens, pois eles também são prejudicados através de padrões pré estabelecidos.”

ENQUETE – Por se tratar de um livro complexo, a Biblioteca Gustavo Teixeira vai realizar uma enquete para definir qual capítulo do livro será abordado na roda de conversa: o Barba Azul ou o Patinho Feio. O mais votado será o destaque do evento.

As vagas são limitadas e os interessados podem participar de forma presencial e online. Para ambos os casos, as inscrições devem ser feitas por meio do link

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd9V_1WuXDxdE9Q09Fla9cIiEa9WFDRKrLURk4bCGTKky5uPQ/viewform

A participação presencial tem uma taxa de R$ 25 e a online, de R$ 10.

No Plano São Paulo, o setor cultural pode realizar ações, com a adoção de protocolos. A roda de conversa será realizada no Museu Gustavo Teixeira, local com mais espaço disponível para acomodar os participantes com distanciamento.

TEMAS – Os assuntos que estão em evidência na atualidade como a discriminação e a diversidade são abordados durante as rodas de conversas realizadas mensalmente na Biblioteca Gustavo Teixeira. Os encontros são direcionados para os alunos, leitores e todo cidadão que deseja desenvolver e conhece

Corpo de Bombeiros

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