Vereador Paulo Campos quer informações relacionadas ao atendimento de pacientes com problemas de Saúde Mental no Centro de Atenção Psicossocial de Piracicaba

Vereador Paulo Campos quer informações relacionadas ao atendimento de pacientes com problemas de Saúde Mental no Centro de Atenção Psicossocial de Piracicaba

Nesta segunda-feira, (17/08), durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Piracicaba, o vereador Paulo Campos (Podemos) apresentou um requerimento, solicitando informações ao Executivo Municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde, relacionadas à Saúde Mental.

No requerimento nº 771/2021, Paulo Campos quer saber diversas medidas relativas aos atendimentos do CAPS – Centro de Atenção Psicossocial, de Piracicaba.

Campos questiona se é de conhecimento do Executivo a falta de funcionários para atendimento da demanda existente; quais são as providências que serão adotadas para atendimento de pacientes em situação de “surto”; quais medidas podem ser adotadas em caso de urgência e porque as vagas são liberadas apenas nas quartas-feiras.

Além disso, a parlamentar pergunta qual é a possibilidade de implantar o atendimento 24 horas na cidade.

Ao debater o documento, Paulo Campos afirmou que o questionamento é embasado pela falta de atendimento que há no serviço público, ocasionado por “demissão em massa de médicos psiquiatras”.

O parlamentar relatou também que, recentemente, durante visita a uma unidade de pronto-atendimento, viu uma senhora que estava “amarrada” por conta de estar sofrendo um surto, e o profissional não tinha como encaminha-la para atenção de saúde mental. 

O questionamento foi endossado por outros Vereadores durante dos debates.

“Eu acompanhei pacientes nesta semana no CAPS-AD que trabalha especificamente com pacientes com problemas de álcool e drogas e fui orientado a procurar o médico responsável”, disse Fabricio Polezi (Patriotas), ao definir como “serviço de extrema importância”.

A vereadora Ana Pavão (PL) parabenizou o autor do requerimento e ressaltou a necessidade do serviço.

“Temos que fazer atendimento antecipado, é um diagnóstico que demanda atenção, são pacientes muitas vezes discriminados”, destacou. 

O vereador Laércio Trevisan Jr. (PL) destacou que a demissão em massa foi motivada pela cobrança, por parte da Prefeitura, de que os profissionais cumpram expediente de acordo com o que está definido no edital do concurso.

“Não podemos generalizar, mas tem profissional que, ao invés de cumprir quatro horas, trabalha duas”, justificou ele.

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