Implantação de hospital veterinário foi discutida entre representantes de ONGs e protetoras com prefeito de Piracicaba

Implantação de hospital veterinário foi discutida entre representantes de ONGs e protetoras com prefeito de Piracicaba

O prefeito Barjas Negri reuniu-se esta semana com representantes de ONGs e protetores independentes para oficializar a intenção da Prefeitura de Piracicaba de ceder o terreno e assumir o custeio para a implantação de um dos 10 hospitais veterinários públicos, que o governo do Estado pretende instalar em São Paulo, incluindo os equipamentos. Ele esteve acompanhado do secretário de Saúde, Pedro Mello, do procurador-geral, Milton Sérgio Bissoli, e das técnicas Eliane de Carvalho (CCZ) e Mariana Ricciardi Curi (Sedema).

Foto: Divulgação

Barjas abriu a conversa contando que recebeu consulta da DRS-10 a respeito da instalação de um hospital veterinário na regional Piracicaba. Rapidamente, ele retornou com a resposta afirmativa de que a Prefeitura de Piracicaba aceitaria o hospital com âmbito de atendimento regional, cederia o terreno e ainda assumiria o seu custeio, conforme pedido do Estado.

Além disso, o prefeito já colocou à disposição técnicos do Instituto de Pesquisas e Planejamento e da Secretaria de Saúde para discutir com o Estado a melhor localização do terreno e quais compromissos técnicos o município terá que assumir. Barjas também falou que já conversou com a Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, além do líder de governo José Aparecido Longatto, e tem o apoio para aprovar a cessão do terreno para a construção do hospital.

Barjas também falou sobre a conclusão da aquisição de veículo para a implantação do Castra Móvel e que já pediu estudo pela Procuradoria Geral da criação de um conselho específico para a defesa animal. Por isso, a reunião transformou-se num primeiro contato oficial para que as ONGs e os protetores possam participar com sugestões. Todos serão convidados para mais encontros técnicos.

O secretário Pedro Mello falou do desafio, mas que o hospital é uma necessidade, porque a questão das doenças nos animais afeta muito a saúde da população. A veterinária Eliane de Carvalho também falou em desafios, principalmente o de aprender com quem já tem um hospital veterinário. Os dois falaram da preocupação com o tamanho da unidade e o seu custeio, a ser bancado pelo município.

Aprovado: A protetora Andréia Golinelli falou do trabalho voluntário das pessoas e pediu o direcionamento do atendimento do hospital para as pessoas de baixa renda, manifestação que houve a concordância de outras participantes. Maria Cecília Pizzinato, da ONG Vira Lata, Vira Vida, parabenizou o prefeito por aceitar o desafio de construir e gerir um hospital veterinário, destacando também como boas notícias a discussão de um conselho de proteção dos animais e a vinda do Castra Móvel.

Sobre o conselho, o procurador explicou que recebeu uma proposta de Moisés Taglieta, técnico da Secretaria de Saúde, e está trabalhando na sua finalização. Mas, vai precisar do apoio das ONGs e dos protetores. “São vocês que vivem a realidade dos animais na cidade. A intenção é de que o conselho seja paritário, que trabalhe em parceria com o poder Executivo na formatação de políticas públicas”, explicou Bissoli.

 

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