Vereador Nelinho questiona pregão para compra de produtos de hortifruti distribuídos a alunos de Águas de São Pedro

Vereador Nelinho questiona pregão para compra de produtos de hortifruti distribuídos a alunos de Águas de São Pedro

Em requerimento protocolado nesta semana, o vereador Nelinho Noronha (PT) afirma que a Prefeitura está pagando mais caro pelos produtos hortifruti comprados através do pregão presencial 03, deste ano, do que o praticado em supermercado da cidade. Para o vereador, por ser um pregão, os valores deveriam ser menores, inclusive porque as compras são de um volume considerável, o que sempre contribui para o menor valor.

Tendo em suas mãos um folheto publicitário de supermercado da cidade, Nelinho diz que o preço de venda no varejo nos mercados do município na maioria dos produtos adquiridos pelo pregão presencial nº 03/2021 “custam em média 40% mais baratos do que o valor pago pela Prefeitura Municipal para aquisição dos mesmos produtos. Como exemplo o quilo do abacate é vendido no varejo a R$ 3,58, e a Prefeitura está pagando R$ 7,30, enquanto que pela banana que sai a R$ 2,97 no supermercado, no pregão foi estabelecido R$ 7,30. Já o da tangerina que custa R$ 4,57, a Prefeitura está pagando R$ 8,70, enquanto que o da abobrinha que sai a R$ 1,99, está sendo pago R$ 5,12 no pregão, mesma situação do tomate que no supermercado da cidade é anunciado a R$ 2,97, a Prefeitura está pagando R$ 6,60.

Diante disso, o vereador Nelinho Noronha quer saber: “qual a razão da aceitação de preços excessivamente abusivos, tendo em vista que a prefeitura adquire tais produtos em grande quantidade?” Também questiona: “apesar da quantidade adquirida pela Prefeitura é relativamente alta, por exemplo 375 quilos de abobrinha, 15.000 quilos de banana nanica, por qual razão o próprio edital do pregão delimita preços bem acima dos praticados no varejo?”

Para ele, “se for para ser mais caro, não compensa fazer pregão. A Prefeitura compra em grandes volumes. Além de não ter feito o pregão, que deveria ter sido feito em janeiro, o preço está acima do praticado no mercado e isso precisa ser investigado”, completa.

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