julho 4, 2022

Vereadores apelam para que governo reveja aumento de valores de pedágios na Região

Foto: José Marino/JR

Nesta terça-feira, dia 13, os vereadores de Águas de São Pedro, Maria de Fatima Scaranelo, conhecida como Meri (PSDB), presidente da Câmara Municipal, Valter Leandro Ferreira, conhecido como Valter da Jaws (Cidadania); Rubens Aparecido Antunes, o Rubinho (PSDB); Professor Marco Berto (Cidadania); Professora Tatiana Heidorn (Cidadania); Monica de Mitry (União Brasil) e Sil Cabeleireira (PT), apresentaram em conjunto uma Moção de Apelo ao governador do Estado de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), para que reveja o aumento de 12,1% nas tarifas de pedágio.
Eles pedem que com urgência seja revista à decisão que concedeu reajuste de mais de 12% no valor dos pedágios da região.
Os parlamentares pedem que sejam remetidas cópias da moção à Câmaras Municipais das cidades que fazem parte do Parlamento Metropolitano de Piracicaba
“As tarifas de pedágio no Estado de São Paulo sofrerão aumento de 12,1%, a partir de zero hora do dia 04 de junho. Considerando que na praça localizada no quilômetro 182 da Rodovia Hermínio Petrin (SP-308), em Piracicaba, motoristas de carros de passeio, que antes pagavam R$ 5,50, passam a pagar R$ 6,20 na cabine. Na praça do quilômetro 183 da Rodovia Geraldo de Barros (SP-304), que fica entre Piracicaba e São Pedro, os motoristas de carros de passeio, que pagavam R$ 6,20, passam a desembolar R$ 6,90 através do pagamento manual. Temos, ainda, também na mesma Rodovia Geraldo de Barros, entre São Pedro e Santa Maria da Serra, a tarifa de carros de passeio passa de R$ 6,40 para R$ 7,20”, disseram.
Eles destacam que tal aumento, pode ocasionar a alta de outros preços, como mercadorias, afetando toda a região, além de se tratar de um custo grande para os motoristas que dependem da rodovia.
“Considerando que os índices inflacionários, base da correção tarifária, indicam também a perda de poder aquisitivo da população paulista por conta de elevação generalizada de preços da cesta de consumo. Além disso, o índice de dispersão do IPCA, inflação oficial brasileira, já aponta reajuste de 8 em cada 10 itens pesquisados, sinalizando ainda persistência do movimento altista; Considerando que o elevado peso do frete na composição de preços finais de alimentos tem o poder de penalizar também as camadas sociais mais carentes, que direcionam a maior parte do orçamento doméstico para a subsistência familiar, sendo que o grupo “alimentos e bebidas” figura entre os mais pressionados da mensuração inflacionária mais recentemente divulgada; São os mais diversos ônus inflacionários que impactam diretamente na í camada mais necessitada da população, não podendo fazer chegar mais esta conta aos cidadãos de nossa cidade e de nossa Região Metropolitana como um todo”, destacaram.
Eles finalizam destacando que entendem que o Governo do Estado pode buscar alternativas para uma desoneração do aumento, evitando que esse seja levado diretamente aos usuários, razão pela qual pedem a atenção ao pedido apresentado.

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