Bebel conquita verba federal para o Centro de Apoio e Solidariedade à Vida (ONG Casvi) de Piracicaba

Bebel conquita verba federal para o Centro de Apoio e Solidariedade à Vida (ONG Casvi) de Piracicaba

A deputada estadual Professora Bebel (PT) viabilizou, através do deputado federal Alexandre Padilha (PT), a liberação de uma verba federal no valor de R$ 100 mil para o Centro de Apoio e Solidariedade à Vida (ONG Casvi) de Piracicaba. Bebel explica que desenvolve um trabalho de parceria com o deputado Alexandre Padilha, ex-ministro de Saúde do governo Lula, iniciada ainda durante a campanha eleitoral de 2018, que contribuiu para resultar na liberação deste recurso, voltado ao custeio do Casvi, que foi criado em 1992, com a finalidade de dar apoio aos portadores do vírus HIV.

A deputada Professora Bebel diz que é compromisso de campanha dela e do deputado Alexandre Padilha de apoiar os projetos do Casvi. “É uma grande satisfação poder contribuir com a ONG Casvi, cuja história está diretamente ligada à epidemia de Aids no Brasil. O Casvi também discute direitos sexuais e reprodutivos, direitos da mulher, questões sobre relações e igualdade de gênero, diversidade sexual e tudo que está relacionado ás questões da sexualidade”, ressalta.

O próprio deputado federal Alexandre Padilha encaminhou ofício ao prefeito Barjas Negri informando, de forma oficial, a indicação de emenda individual número 3980005, para o Fundo Municipal de Saúde   ao orçamento geral da União, e a necessidade de  a Prefeitura estar cadastrada no Fundo Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde para ser beneficiada com essa emenda.

O coordenador geral da ONG Casvi, Anselmo Figueiredo, fez questão de agradecer ao empenho da deputada Professora Bebel para viabilizar este recurso junto ao deputado Alexandre Padilha, que muito contribuirá para os projetos desenvolvidos pela entidade. No site do Casvi, o seu coordenador explica que a entidade “não atende ou desenvolve projetos apenas voltados à comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros), mas existe para garantir e produzir efeito no exercício da cidadania de pessoas que de alguma forma são discriminadas ou excluídas socialmente pela forma que escolheram para vivenciar a sua sexualidade. Desde que não seja considerada uma patologia como a pedofilia, zoofilia, necrofilia, entre outras, ou mesmo crimes como abuso sexual, estupro ou atentado violento ao pudor; desde que não desrespeite ou invada a privacidade sexual de ninguém, nossa ONG deve cuidar para que a vivência desta sexualidade, sua livre manifestação, seja garantida e respeitada. Vale lembrar que a sexualidade humana é considerada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) uma questão de Saúde Pública, a nossa saúde sexual”.

No entanto, Anselmo ressalta que a ONG Casvi continua atuando com as questões do vírus HIV e da Aids, assim como a prevenção as outras ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), mas justamente pelo fato da epidemia de Aids no Brasil ser concentrada e ainda atingir populações consideradas mais vulneráveis, o público alvo do Casvi tem sido pessoas que possuem orientação sexual e ou identidade de gênero diferente daquelas consideradas as únicas possibilidades de vivência da sexualidade.

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