APEOESP marca assembleia dos professores e ato público contra reforma administrativa

APEOESP marca assembleia  dos professores e ato público contra reforma administrativa

A APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) promove assembleia nesta terça-feira, 19 de outubro, em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo, seguida de ato público do funcionalismo estadual pela retirada do PLC 26, do governador João Doria, que trata da reforma administrativa estadual, com paralisação da categoria. Na assembleia, marcada para as 18 horas, será apreciada a defesa da carreira do magistério, assim como defendida a realização de concurso público já, pelo fim do confisco salarial de aposentados e pensionistas e contra os programas excludentes do governador do Estado, como o PEI (Programa de Ensino Integral, ‘novo’ ensino médio, Ejatec, Novotec e escolas cívico militares.

Para a presidenta da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel, a categoria precisa se unir e fortalecer a luta para barrar as investidas do governo estadual contra o magistério e, ao mesmo tempo, exigir a retirada do PLC 26. “Nossa mobilização, tem dado resultado tanto que em três oportunidades a base do governo na Assembleia Legislativa foi obrigada a retirar a propositura da pauta de votação”, diz.

Bebel enfatiza que é preciso ficar bem claro que os professores efetivos correm risco de demissão por avaliação de desempenho (provinhas e outros instrumentos) e não apenas os professores temporários (categoria O). “Os diretores de escolas, coordenadores pedagógicos, supervisores, também são atingidos, assim como os demais profissionais”, adverte.

A deputada reafirma que é preciso ampliar a mobilização pela retirada do PLC, “que é a réplica da PEC 32, que tramita no Congresso Nacional, e que significa uma perda considerável dos serviços públicos no País. Da mesma forma que falei da desaposentação nesta tribuna, ressalto que o PLC 26 desmoraliza o serviço público estadual. Haverá desprofissionalização! Todos pagarão um preço muito alto. Queremos a retirada do projeto que é prejudicial aos servidores e à população que depende dos serviços públicos”, defende.

Bebel diz que é preciso ampliar ainda mais a mobilização para mostrar aos deputados a posição contrária à esta reforma administrativa, assim como iniciar uma nova jornada pela valorização do magistério. “Estamos defendendo a paralisação dos professores e uma massiva participação da nossa categoria nesta assembleia  e no ato público, tomando a frente da Assembleia Legislativa, para mostrar o nosso descontentamento”, completa.

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