Apeoesp orienta professores e filmar situação das escolas

Apeoesp orienta professores  e filmar situação das escolas

Carreata em São Paulo vai protestar contra volta às aulas presenciais

Diante da insistência do secretário estadual de Educação, Rossieli Soare, de forçar o retorno dos professores às escolas nesta sexta-feira, 29 de janeiro, para atividade de planejamento presencial, tendo publicado convocação neste sentido, a presidenta da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), a deputada estadual Professora Bebel, pede que sejam fotografadas e filmadas a situação das escolas. Paralelo a isso, a Apeoesp promove carreata estadual em São Paulo, com saída às 10 horas, do MASP, contra o retorno das aulas presenciais, além de ter ido à Justiça para tentar evitar que tanto o planejamento das aulas como o retorno das aulas no próximo dia 8 sejam proibidos, em função do agravamento da pandemia do coronavírus.

Em material publicado nas mídias sociais, a presidenta da Apeoesp orienta que “ao comparecerem, os professores devem se proteger de todas as formas possíveis, usando máscaras, se possível protetor facial, utilizando álcool em gel constantemente e, na ocasião, fotografando e gravando vídeos sobre o estado das unidades escolares, sobretudo salas de aulas e áreas comuns sem ventilação, banheiros quebrados e insuficientes, problemas com bebedouros e falta deles, pátios e quadras em mau estado, e todas as demais deficiências que as escolas apresentarem”. Essas fotos e imagens devem ser encaminhadas para imprensa@apeoesp.org.br com cópia para presiden@apeoesp.org.br.

O planejamento do ano letivo foi iniciado no último dia 26 e se estende até esta quinta-feira, 28 de janeiro, de forma online, mas nesta sexta-feira, foi determinado que seja presencial. Inicialmente, a Secretaria Estadual de Educação havia estabelecido que todo planejamento deveria ser presencial, mas após manifestação realizada pela Apeoesp, na última sexta-feira, 22 de janeiro, em frente à Secretaria de Educação, na Praça da República, foi estabelecido que dos quatro dias de atividades, três  seriam online. “É um absurdo colocar a vida dos nossos profissionais da educação em risco. A pandemia já matou mais de 220 mil brasileiros e só avança”, ressalta Bebel, que defende a inclusão dos profissionais da educação na primeira fase da vacinação contra a covid-19.

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