Vereadora Nancy Thame reage e pondera votação de PL que proíbe celular em salas de aulas

Piracicaba 13/04/2017 – O projeto de autoria do Executivo 13/2017, aprovado em primeira discussão na reunião ordinária de da última segunda-feira (10) introduz alterações à Lei nº 6.242/2008, sobre a proibição do uso de telefone celular, aparelhos MP3 ou similares, dentro das salas de aula, nas escolas municipais de Piracicaba.

A vereadora Nancy Thame (PSDB) ocupou a tribuna da Câmara para ponderar considerações sobre seu voto no projeto, com destaque ao trabalho da secretária municipal de Educação, Angela Corrêa. “Mais do que proibir, precisamos de mais diálogo e conscientização e construção, visando o melhor uso do aparelho”, concluiu a parlamentar ao lembrar que muitas escolas bem estruturadas usam o celular como um instrumento didático.

Vereadora Nancy Thame reage e pondera votação de PL que proíbe celular em salas de aulas

Vereadora Nancy Thame reage e pondera votação de PL que proíbe celular em salas de aulas – Foto: Fabrice Desmonts/CMP

O líder de governo na Câmara, José Aparecido Longatto (PSDB) também usou os termos do artigo 205, do Regimento Interno para declarar seu voto, por achar o projeto muito pertinente, lembrando que tudo o que está aí tem que saber usar. “A tecnologia está aí para trazer benefícios para a sociedade e não malefícios. Reconheceu que hoje as famílias não se conversam mais, o relacionamento se acaba em função desta tecnologia”, disse.

“A alteração da lei é necessária para que seja evitado o uso desses aparelhos, também, pelos professores e funcionários das unidades escolares, tendo em vista que durante as aulas, atividades escolares, trabalhos de merenda e outros que se desenvolvem, a atividade profissional não pode ser partilhada com o uso de equipamentos eletrônicos dessa natureza, para evitar riscos para as crianças e prejuízo ao processo de ensino e do ‘cuidar e educar’, assim como para a segurança dos funcionários dessa unidade escolar”, destacou o Executivo no teor do projeto de lei, que volta a ser analisado pelo plenário da Câmara, em segunda discussão.

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