Agentes da Vigilância Epimideológica prosseguem com ações de combate à dengue em São Pedro

Agentes da Vigilância Epimideológica prosseguem com ações de combate à dengue em São Pedro

Mesmo com o foco central das ações da Secretaria de Saúde e Desenvolvimento Social de São Pedro estarem voltadas ao combate do coronavírus, outras atividades continuam recebendo atenção especial, como aquelas voltadas ao combate à dengue. Nesta semana foi possível verificar que a ação realmente tem sido contínua por parte da pasta, que esteve com representantes do Controle de Endemias em locais da cidade, como o bairro Recanto das Águas.

Segundo a prefeitura, para ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti, que provoca, além da dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela, profissionais vinculados ao setor de endemias e de uma empresa contratada visitam vários bairros para orientação, nebulização e retirada de objetos, como entulho, que podem transformar-se em criadouros.

Este trabalho precisa ser associado ao desenvolvido pelos moradores, que devem criar rotinas diárias de limpeza, sempre com o objetivo de evitar criadouros.

A Secretaria de Saúde continua pedindo a colaboração dos munícipes para que abram as portas de casa para os profissionais vinculados ao setor de endemias e  funcionários de uma empresa contratada, a Imuni-Control, que estão identificados com camisetas da empresa ou da secretaria.

“Peço que a população receba bem os agentes e funcionários, responsáveis por desenvolver um trabalho que também protege a saúde de todos”, afirmou o veterinário Matheus Murbach, do Controle de Endemias.

Os especialistas em saúde indicam que o isolamento social pode ser a oportunidade ideal para eliminar criadouros em casa.

As equipes que fazem as visitas relatam que voltam com frequência aos mesmos endereços, especialmente nas áreas mais críticas em relação ao número de casos, e voltam a encontrar focos em locais recém-limpos.

Para evitar qualquer problema, a atenção nas ações rotineiras de combate ao mosquito deve ser redobrada. Sacolas plásticas, baldes, garrafas ou qualquer vasilha deixada em local descoberto podem acumular água, assim como calhas e lajes, que devem ser constantemente vistoriadas e limpas. Obras também podem ser local de proliferação do Aedes. Para limpar pincéis ou outros materiais, a água é importante aliado, mas se ficar parada por apenas alguns dias, pode se transformar em criadouro.

As pulverizações são realizadas nas regiões dos bairros que concentram o maior número de casos. Para que o trabalho de nebulização tenha efeito, os moradores precisam abrir as portas para os agentes e técnicos da Saúde. Nas áreas próximas a residências de pessoas que têm diagnóstico de dengue confirmado também é realizado o bloqueio. Nesta ação, os agentes visitam o local, orientam sobre o mosquito e a doença e eliminam possíveis criadouros.

O Controle de Vetores orienta que caso encontre larvas em água parada em algum recipiente, o munícipe deve descartar este material na terra e nunca jogar em ralos, na pia, ou lugar que tenha água. Outra recomendação é usar cloro em locais que possam acumular água, como o vaso sanitário de casa de veraneio, por exemplo.

Os sintomas são: febre alta súbita, dor de cabeça e dor no corpo e articulações, náuseas e vômitos, manchas vermelhas no corpo e coceira são os sintomas mais comuns da dengue. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar sua Unidade de Saúde de referência.

Em caso de dúvida, as pessoas também podem entrar em contato com a Secretaria de Saúde pelo telefone (19) 3481-9370.

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