Ministério Público proíbe reabertura de cabeleireiros e salões de estética em Rio das Pedras

Ministério Público proíbe reabertura de cabeleireiros e salões de estética em Rio das Pedras

O Ministério Público (MP) encaminhou à Prefeitura de Rio das Pedras mais uma recomendação quanto aos procedimentos a serem adotados frente a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). No documento, encaminhado nesta terça-feira (28), o MP reforça a necessidade de manter fechados, sem atendimento presencial, os profissionais barbeiros, cabeleireiros, manicures e demais atendimentos de estética.

De acordo com a recomendação, os atendimentos podem ser feitos conforme determina o decreto estadual, que permite a atuação na casa dos clientes, desde que tomadas as precauções necessárias para evitar a disseminação do coronavírus. O MP solicita, inclusive, que seja reforçada a comunicação quanto a este ponto da quarentena. Isso porque, na semana passada, a Prefeitura de Piracicaba publicou decreto liberando a atuação destes profissionais liberais, “contrariando o decreto estadual”, ressalta a nota do Ministério Público.

“O propósito do Ministério Público é esclarecer que em Rio das Pedras as medidas adotadas pelo decreto estadual continuam sendo seguidas. Assim como cabeleireiros, barbeiros e manicures, contadores, advogados, engenheiros e outros profissionais liberais não podem exercer atividades em suas clínicas, salões e escritórios. Sabemos que são medidas duras, que estão prejudicando a economia de muitas famílias, mas estamos de mãos atadas, só nos restando acatar e obedecer ao decreto estabelecido pelo Governo do Estado”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Rio das Pedras, Lucas Carretero.

Reabertura gradual: O decreto estadual segue até o dia 10 de maio, data em que o governador João Dória prometeu a reabertura gradual do comércio caso os números da doença caiam. “Pedimos um pouco mais de paciência a esses profissionais liberais que, assim como outros setores do comércio, está enfrentando grandes dificuldades. O que está ao nosso alcance, como o adiamento do pagamento do ISS e taxa de licença, estamos fazendo. Por medidas legais, não podemos transferir o pagamento para anos posteriores, mas protelamos ao máximo para que haja tempo de recuperação”, afirmou o prefeito Carlos Defavari.

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