Prefeitura aluga imóvel para atender alunos da EM Deolinda Elias Cenedese, em Artemis

Prefeitura aluga imóvel para atender alunos da EM Deolinda Elias Cenedese, em Artemis

Reforma da escola contratada na gestão passada está parada e prédio parcialmente interditado

A Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SME), alugou imóvel para atender parte dos alunos da Escola Municipal Deolinda Elias Cenedese, no distrito de Artemis. O imóvel, de 2.500 m2, fica na rua José Ferreira Filho, 1.360, no distrito. A EM Deolinda Elias Cenedese tem 278 alunos matriculados, destes, apenas 137, dos Jardins I e II, são atendidos presencialmente, já que parte da escola está interditada.
Com o aluguel do imóvel, a Secretaria Municipal de Educação poderá receber presencialmente as 141 crianças matriculadas no berçário e maternal, que estavam sendo atendidas por meio de ensino remoto desde o retorno das aulas em agosto. Com a assinatura do contrato, a equipe de manutenção da SME irá ao local para averiguar os ajustes necessários para funcionamento. Assim que o serviço for finalizado, o atendimento no local será iniciado.
Para receber os alunos, o prédio será equipado com mobiliário, brinquedos, material pedagógico e de tecnologia, como computadores e TVs.
“Com a participação de todos da comunidade, conseguimos encontrar o caminho para uma solução temporária ao atendimento das crianças. O próximo desafio será destravar a pendência da obra na Justiça para que possamos recuperar a escola ao longo de 2022 “, ressaltou Gabriel Ferrato, secretário municipal de Educação.
O contrato no valor de R$ 3.000 mensais é válido pelos próximos seis meses, totalizando R$ 18 mil, podendo ser renovado caso as obras de reforma da escola não tenham sido finalizadas.


INTERDIÇÃO – A Escola Municipal Deolinda Elias Cenedese está parcialmente interditada desde setembro de 2020, quando a gestão passada contratou uma empresa para fazer a reforma da cobertura da escola, mas em novembro de 2020 a empresa abandonou a obra alegando o aumento do preço dos materiais, e que com o atual valor de contrato, teria tornado inviável a obra.
Desde então, a escola encontra-se interditada devido aos danos estruturais ocasionados pelo abandono das obras. O processo está na Justiça e a Prefeitura aguarda o seu desfecho para poder licitar novamente as obras.

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