No Dia do Médico, Irmandade homenageou profissional e reforçou a importância do tratamento humanizado

Programação especial preparada com carinho em reconhecimento e gratidão aos 336 médicos que compõem o Corpo Clínico da Santa Casa de Piracicaba marcou o Dia do Médico, comemorado na quinta-feira 18 de outubro. A ação contou com café da manhã especial a partir das 7 horas, na Sala dos Médicos, e missa em Ação de Graças, às 19 horas, no Lar Franciscano (Capela São Francisco e Santa Clara), para homenagear profissionais que colocam a saúde e o bem estar de seus pacientes como prioridade de vida.

A iniciativa é recorrente e, todos os anos, profissionais são homenageados em nome de toda a comunidade médica. A iniciativa é da Mesa Diretora e Administrativa da Instituição com apoio da Diretoria Clínica, Diretoria Técnica e Pastoral da Saúde do Hospital. “Queremos exaltar o empenho de profissionais que aliam o conhecimento à tecnologia para transformar o saber em assistência, amor e vida”, disse o provedor João Orlando Pavão. Ele revela que, este ano, receberão as homenagens da Santa Casa os médicos Gilberto Pettan (Maternidade/Centro Obstétrico), João Carlos de Menezes (Unidade de Nefrologia) e Sandra Noeli Sacht (Pediatria).

Ao justificar o reconhecimento, a administradora  Vanda Petean lembrou que as homenagens à equipe médica se dão com base em sentimentos alimentados diariamente por meio de uma relação respeitosa de trabalho. Segundo ela, esses profissionais são os principais responsáveis pelos resultados positivos que a Instituição apresenta com relação aos mais de 22.000 atendimentos registrados mensalmente para garantir assistência de qualidade a pacientes de Piracicaba e de outras 25 cidades que têm a Santa Casa como referência e modelo de assistência médico-hospitalar humanizada e de qualidade.

Representante da categoria na Instituição, o diretor clinico André Gervatoski ressalta que a atuação médica humanizada caminha de mãos dadas com os avanços técnicos e científicos. “Sempre tivemos todo o apoio e aporte necessário por parte da Santa Casa, mas se o médico não se dispuser a estudar, se aprofundar e se interessar em aprender e implantar novas técnicas e procedimentos em complemento à alta tecnologia disponível, o saber se perde impactando negativamente a assistência”, avalia.

O diretor técnico Ruy Nogueira complementa, ressaltando que é preciso ir além do tratamento da doença e acolher o paciente tendo-se em mente todas as suas necessidades. Ele revela que esse processo é amplo e envolve uma dose generosa de ética, atenção e, sobretudo, sensibilidade. “Envolve também os princípios que norteiam a assistência, como os valores, direitos e deveres do profissional”, salienta.

Diante dos aspectos expostos, a direção da Santa Casa entende que, sobretudo no ambiente hospitalar, a prática da humanização é um diferencial; pois o conceito faz com que o paciente seja acolhido de forma a ter suas fragilidades compreendidas e suas necessidades assistidas da melhor maneira possível.

“Quando o profissional da saúde coloca isso em prática, ele está, na verdade, cuidando também de si mesmo, uma vez que a empatia e a harmonização proporcionadas pela prática da humanização refletem de maneira direta, influenciando também o bem estar psíquico e emocional do profissional que está ao lado do paciente durante o processo assistencial”, enfatizam.

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