Governo fornecerá chips com internet a professores e alunos após reivindicação da Apeoesp

Governo fornecerá chips com internet  a professores e alunos após reivindicação da Apeoesp

O governo do Estado de São Paulo acatou reivindicação da Apeoesp (Sindicato dos Professores da Rede Oficial de Ensino do Estado de São Paulo) e anunciou que vai fornecer chips com pacote de internet para professores e alunos da rede estadual, para facilitar o acesso às aulas online. O pedido havia sido feito pela presidenta da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel (PT), em abril deste ano, “mas só agora o governo se dispôs a tomar essa decisão, que era uma questão urgente já no início da pandemia do coronavírus”, diz.

No entanto, Bebel ressalta que, infelizmente, a distribuição dos chips só deve começar em novembro, ou seja, oito meses após o fechamento das escolas. “Uma mostra do quão demorado é esse governo e do quão pouco ele se importa realmente se professores estão conseguindo ensinar e alunos, aprender”, enfatiza.

Outro problema apontado pela Professora Bebel é que, dos 3,5 milhões de estudantes da rede pública, só 500 mil devem ser beneficiados, aqueles considerados mais vulneráveis, inscritos no CadÚnico (Cadastro Único). Pelo anúncio feito pelo governo estadual, o númer o de professores beneficiados será de 250 mil. Alunos terão 3GB de internet; professores, 5GB.

Os chips serão entregues aos alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e a estudantes de todas as séries do Ensino Médio, em situação de pobreza e extrema pobreza no CadÚnico. Eles terão 3 gigas de internet. Os professores e servidores beneficiados receberão chips com 5 gigas. O governo deve investir R$ 75 milhões. Na semana passada, ao anunciar a medida, o secretário de Educação Rossieli Soares afirmou que, em geral, os alunos têm equipamentos como celular, por exemplo, mas não têm o acesso à internet.

No último mês de julho, o Centro Paula Souza, autarquia que administra as Etecs (escolas técnicas) e Fatecs (faculdades de tecnologia) do estado, distribuiu chips com pacotes de 20 GB mensais para 22 mil alunos.

No entanto, Bebel ressalta que, infelizmente, a distribuição dos chips só deve começar em novembro, ou seja, oito meses após o fechamento das escolas. “Uma mostra do quão demorado é esse governo e do quão pouco ele se importa realmente se professores estão conseguindo ensinar e alunos, aprender”, enfatiza.

Outro problema apontado pela Professora Bebel é que, dos 3,5 milhões de estudantes da rede pública, só 500 mil devem ser beneficiados, aqueles considerados mais vulneráveis, inscritos no CadÚnico (Cadastro Único). Pelo anúncio feito pelo governo estadual, o númer o de professores beneficiados será de 250 mil. Alunos terão 3GB de internet; professores, 5GB.

Os chips serão entregues aos alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e a estudantes de todas as séries do Ensino Médio, em situação de pobreza e extrema pobreza no CadÚnico. Eles terão 3 gigas de internet. Os professores e servidores beneficiados receberão chips com 5 gigas. O governo deve investir R$ 75 milhões. Na semana passada, ao anunciar a medida, o secretário de Educação Rossieli Soares afirmou que, em geral, os alunos têm equipamentos como celular, por exemplo, mas não têm o acesso à internet.

No último mês de julho, o Centro Paula Souza, autarquia que administra as Etecs (escolas técnicas) e Fatecs (faculdades de tecnologia) do estado, distribuiu chips com pacotes de 20 GB mensais para 22 mil alunos.

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