Emoção marcou o início da 2ª etapa de imunização na Santa Casa de Piracicaba

Emoção marcou o início da 2ª etapa de imunização na Santa Casa de Piracicaba

Emoção. Este é o sentimento que tem tomado conta dos funcionários linha de frente da Santa Casa de Piracicaba durante a segunda fase da vacinação contra a covid-19 que começou na segunda-feira, 15.

Esta etapa da imunização prossegue até o dia 17 de fevereiro, quarta-feira, quando 511 funcionários serão vacinados com a segunda dose da CoronaVac, do Instituto Butatan, depois de terem recebido a primeira dose entre os dias 25 e 27 de janeiro.

O médico do trabalho da Instituição, Dr. André Teixeira Gusmão (CRM 126.117), explica que o processo de imunização precisa de duas doses para se efetivar. “A recomendação do Ministério da Saúde é manter um intervalo de 21 a 28 dias entre a primeira e a segunda dose da CoronaVac”, disse.

Segundo ele, outros 1.200 funcionários receberam a primeira dose no período de 2 a 5 de fevereiro e serão imunizados com a segunda dose da vacina nos dias 27, 28, 29 e 30 de abril, respeitando-se o intervalo de 12 semanas necessário à imunização com a vacina Astrazenica, do Laboratório Fiocruz com a Universidade de Oxford.

Gusmão revela que os funcionários estão satisfeitos e comemorando a aplicação das vacinas com a sensação de alívio e tranquilidade. “Depois de tudo o que o mundo viveu no último ano, ter acesso à vacina é sinônimo de segurança para o profissional de saúde e sua família, para seus colegas de trabalho e sobretudo para os pacientes”, considerou o médico coordenador.

Irmã Jaqueline Campos, Enfª Supervisora do Departamento de Enfermagem da Instituição, garante que recebeu as doses com emoção e esperança de que tudo vai melhorar. “Somos privilegiados por recebermos as doses neste momento, pois a imunização permite que nos cuidemos para que possamos cuidar do outro”, disse

Valdirene Marques da Silva Esteves, coordenadora da Recepção da Maternidade, recebe a vacina com felicidade. “É uma grande conquista, pois trabalhamos diretamente com o público e, apesar do rigor de todos os protocolos estabelecidos, a vacina nos garante uma assistência ainda mais segurança”, considerou.

Para o Enf. Ricardo Barramansa, coordenador do Serviço de Pronto Atendimento, vacina é sinônimo de proteção. “Não tive covid-19 e, hoje, depois de receber a segunda dose, me sinto protegido e feliz; pronto para seguir em frente sem o temor de uma doença ainda desconhecida”, considerou. Ele acredita em tempos melhores com a vacina e torce para que as doses estejam disponíveis para a maior parte da população o mais breve possível.

O médico André Gusmão lembra que cada pessoa deve tomar as duas doses da mesma vacina. “Quem tomou a CoronaVac na primeira fase, vai recebê-la novamente na segunda fase; e quem foi imunizado a princípio com a vacina da Astrazenica, concluirá o processo com ela”, explicou.

Ele revela o compromisso, responsabilidade e empenho da Santa Casa em vacinar 100% de seus funcionários, imunizando inicialmente médicos, enfermeiros e equipes de apoio, que mantém contato direto com o paciente; bem como funcionários de setores administrativos. 

O médico lembra que as vacinas são provenientes da Vigilância Epidemiológica de Piracicaba e que o processo de imunização tem sido complexo, envolvendo diversos setores para definição e organização da logística necessária. “Cuidamos da capacitação dos vacinadores e definimos a relação de funcionários a serem vacinados com base no Plano Nacional de Saúde”, disse.

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