Concluída a 1ª fase da vacina contra a Covid-19 na Santa Casa de Piracicaba

Concluída a 1ª fase da vacina contra a Covid-19 na Santa Casa de Piracicaba

A Santa Casa de Piracicaba conclui, ontem sexta-feira dia 5 de fevereiro 100% da primeira fase da vacinação contra a Covid-19, imunizando 1711 funcionários que atuam na linha de frente dos processos de combate e controle ao novo coronavírus. 

511 deles já foram vacinados semana passada, no período de 26 a 29 de janeiro. Esta semana outros 1.200 funcionários receberam a primeira dose da vacina.

“Estamos utilizando as vacinas Covishield, produzida pelos laboratórios Fiocruz e Oxford-AstraZeneca; e a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e Sinovac”, disse o médico do trabalho da Santa Casa de Piracicaba, André Teixeira Gusmão (CRM 126.117).

Ele lembra que cada pessoa deve tomar as duas doses da mesma vacina. “Quem tomou a Oxford na primeira fase, vai recebê-la novamente na segunda fase; e quem foi imunizado a princípio com a CoronaVac, concluirá o processo com ela”, explicou.

Segundo Gusmão, a Santa Casa está vacinando 100% dos funcionários linha de frente, imunizando médicos, enfermeiros e equipes de apoio como fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, fonoaudiólogos e as equipes de higienização e lavanderia, que mantém contato direto com o paciente. 

O médico lembra que as vacinas são provenientes da Vigilância Epidemiológica de Piracicaba e que a segunda dose começará a ser aplicada em 15 de fevereiro.  “Também vamos vacinar outros 500 funcionários, que integram setores administrativos, imunizando todos os funcionários do Hospital”, considerou.

Gusmão revela que o processo de imunização foi complexo e envolveu diversos setores para definição e organização da logística necessária. “Cuidamos da capacitação dos vacinadores e definimos a relação de funcionários a serem vacinados com base no Plano Nacional de Saúde”, disse.

Satisfeito com o resultado, Gusmão revela que os funcionários estão comemorando a aplicação das vacinas. “Depois de tudo o que o mundo viveu no último ano, ter acesso ao imunizador é sinônimo de segurança para o profissional de saúde e sua família e, sobretudo, para os pacientes”, considerou o médico coordenador.

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