Apeoesp promove ato unificado em defesa do funcionalismo estadual e por reajuste salarial

Apeoesp promove ato unificado em defesa do funcionalismo estadual e por reajuste salarial
Foto: Divulgação

Neste 28 de outubro, “Dia do Funcionário Público”, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) promove ato público unificado, em São Paulo, na Praça da República, em frente à Secretaria Estadual da Educação, contra os ataques dos governos do governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aos servidores públicos e em defesa da categoria e por reajuste salarial. O ato será a partir das 16 horas, e contará com a participação de professores de Piracicaba e região e tem como principal bandeira o descongelamento salarial, com reajuste já, assim como pelo fim do confisco salarial dos aposentados e pensionistas; defesa da vida, com o não retorno irresponsável da volta às aulas e em defesa da carreira, estabilidade dos servidores e realização de concurso público.

Para a presidenta da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel (PT), o funcionalismo público precisa reagir contra os ataques do governador João Doria (PSDB) e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Esses governos  têm como eixo central de seu governo o ataque contínuo aos direitos dos profissionais da educação, dos  servidores públicos, dos trabalhadores e da população”, ressalta.

Bebel também diz que os professores não devem aceitar o retorno irresponsável das aulas em pleno final do ano, sendo que o próprio secretário da Educação, Rossieli Soares, anunciou que apenas 24% das escolas têm condições de garantir alguma segurança sanitária. “Muitos profissionais da educação ainda não completaram o ciclo vacinal. As autoridades sanitárias em nível internacional recomendam a terceira dose da vacina e esta sequer está sendo oferecida aos profissionais da Educação. O governador Doria e o secretário da Educação, Rossieli Soares, dispensaram até mesmo o distanciamento mínimo de um metro, que já não estava de acordo com as normas internacionais. Diante disso, não aceitamos e continuaremos a lutar pela defesa intransigente da vida e contra a volta irresponsável às aulas e atividades presenciais”, diz. Conclamando os servidores públicos  estaduais, federais e municipais a participarem do ato, a Professora Bebel enfatiza que é preciso reagir ao congelamento dos salários. “A inflação já está em 10,72% e neste mês a expectativa é de que fique acima de 1,20%. Os preços dos combustíveis, dos produtos nos supermercados estão às alturas, temos que ter reajuste salarial já. Temos que unir as nossas forças e cobrar do governo do Estado de São Paulo uma política de reajuste dos nossos salários que estão congelados”, enfatiza.

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