Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Sucroenergético coordenada por Roberto Morais

Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Sucroenergético coordenada por Roberto MoraisNesta quinta-feira, com a presença do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, deputado Fernando Capez, foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa do Setor Sucroenergético, coordenada pelos deputados Roberto Morais (PPS) e Welson Gasparini (PSDB).
Os secretários João Carlos de Souza Meirelles, de Energia e Mineração, e Arnaldo Jardim, de Agricultura e Abastecimento, participaram da abertura do evento, assim como representantes da Secretaria do Meio Ambiente e da Secretaria de Logística e Transportes.

Representantes de diversas entidades do setor também estiveram no auditório Paulo Kobayashi acompanhando as falas dos oradores que enalteceram a iniciativa e a importância de o Legislativo atuar em prol de um segmento com expressiva participação na economia do Estado.
Os secretários afirmaram que o governo do Estado está comprometido com o setor e tem investido nos institutos de pesquisa e em ações que buscam ampliar a capacidade produtiva da cadeia sucroenergética.

Como desafios do setor, eles apontaram a necessidade de políticas estruturantes de médio e longo prazo. A previsibilidade do uso da bioeletricidade, originária do bagaço de cana, e do etanol também foi apontada como necessária para que a cadeia produtiva possa se organizar, investir e sair da crise, que em dois anos levou ao fechamento de 80 empresas do setor e colocou outras 67 em recuperação judicial.

Os deputados Davi Zaia (PPS), Chico Sardelli (PV), Ricardo Madalena (PR) e Itamar Borges (PMDB) fizeram coro ao salientar a importância desta iniciativa parlamentar e reiteraram a necessidade de um trabalho conjunto com a frente parlamentar da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A importância da frente foi ressaltada por meio da apresentação de números da produção do setor, que na safra de 2014/2015 processou aproximadamente 340 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 53% de toda produção brasileira, e empregou mais de 350 mil trabalhadores de forma direta.

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