Defesa Civil ainda não se manifestou sobre estado de emergência em Santa Maria da Serra decreta

Transcorridos mais de 20 dias desde que fortes chuvas que caíram em Santa Maria da Serra, causando estragos no município, tanto na zona urbana quanto na zona rural, o prefeito Zani ainda não teve uma resposta de auxilio do Governo do Estado, através da Defesa Civil.

Na ocasião o prefeito Josias Zani Neto (DEM), adotou duas importantes providências como a constituição do Conselho de Defesa Civil e a decretação de estado de emergência, em relação aos estragos causados pelas chuvas.

No dia 08 deste mês, o prefeito Josias Zani Neto (DEM), editou o Decreto 2.813/2016 nomeando os membros titulares da Comissão Municipal de Defesa Civil composta por Sandra Pereira da Silva – Diretora do Departamento Municipal de Obras e Saneamento; Antonio Francisco Zani – Diretor Departamento de Desenvolvimento Econômico; Renata Berto Fama– Diretora Departamento de Desenvolvimento Social; Antonio Marcos Fabri – Assessor de Governo Nível I, e Jose Ramos Bozeli – Assessor de Governo Nível I.

De acordo com o decreto a comissão deverá acompanhar as orientações dos manuais de instrução da Defesa Civil do Estado de São Paulo e da Secretaria Nacional de Defesa Civil vinculada ao Ministério da Integração Nacional, conforme Instrução Normativa nº 01/2012.

Já no dia 15 de janeiro, Zani, também editou o Decreto nº 2.814, que “Declara situação de emergência nas áreas do Município afetadas por Enxurradas – COBRADE – 1.2.2.0.0, conforme IN/MI 01/2012.”

Com o decreto, diversas medidas, podem ser adotadas pela Prefeitura Municipal, visando garantir a segurança da comunidade, inclusive realização de obras em caráter emergencial, quando for o caso, no entanto, até a tarde da quinta-feira dia 4, o Governo do Estado ainda não havia homologado (reconhecido) o estado de emergência, sem o qual o prefeito não tem um posicionamento se o município vai receber alguma ajuda ou não.

“Temos muitas coisas para recuperar e o município não tem dinheiro para fazer, se o Governo não reconhecer nossa situação de emergência e nos ajudar, as coisas irão ficar ainda mais difíceis”, falou Zani que acrescentou, são pelo menos 11 pontos críticos que necessitam de recuperação imediata.

“Vamos precisar de mais ou menos 4 milhões para realizar todo o trabalho, temo que recuperar o muro de arrimo do Ribeirão que a força da água levou, pelo menos 4 casas devem ser desapropriadas para garantir a segurança das pessoas, 2 pontos do coletor tronco de esgoto estão danificados e a própria lagoa de tratamento de esgoto esta comprometida”, explica o prefeito.

“Estamos em contato permanente com a Defesa Civil e não temos o que fazer a não ser cobrar e implorar por ajuda, mas parece que não nos houve, dizem que estão vendo outras cidades e não conseguem nos visitar. Continuaremos aguardando e esperando que a ajuda possa ser liberada o mais rápido possível, se é que isso vai acontecer”, Completou o prefeito em tom de desalento.

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