Marcos Dorta relata “perseguição política” por fiscalizar aplicação de recursos e ações no hospital de Brotas

Marcos Dorta relata “perseguição política” por fiscalizar aplicação de recursos e ações no hospital de Brotas

Nesta semana, o Vereador de Brotas, Marcos Dorta (PTB) em entrevista ao jornal “O Regional” destacou que as denúncias contra ele sobre hospital é “perseguição política”.

Uma denúncia que foi assinada por Antonio Paulo Veronese e Carlos Signori, que são respectivamente, presidente e vice-presidente do Hospital Santa Terezinha, está pedindo a cassação do mandato do parlamentar.

Os denunciantes alegam que o vereador  teria sido protagonista nos meses de março e abril de condutas incompatíveis com o decoro, tais como: falas e expressões escritas e verbais em rede social (facebook) e programa de rádio e teria colocado em dúvida de forma “leviana” a higidez e conduta do hospital; teria perturbado o desenvolvido das atividades do hospital; exigido informações sobre pacientes, remuneração, CROSS; constrangido funcionários do hospital; incitado uma colega a vereadora a cometer crime de saúde pública, uma vez que a mesma teria comparecido no hospital estando com Covid-19, além de querer “aproveitar-se” em várias situações de sua atual condição política.

Dorta fala que embora a denúncia cite a presença de uma vereadora que estaria com Covid-19, na realidade a responsabilidade é do próprio hospital, que conforme ele denuncia há algum tempo não tem separação para atender pacientes com a doença, dos demais.

“Eles confirmam o caso de uma vereadora que estava positivada e ficou na recepção aguardando atendimento. Se ela procurou o hospital e eles não separam os pacientes, são eles quem cometem o crime contra a súde publica e não a vereadora.

O vereador afirma que o pedido de cassação é na realidade perseguição política, pois são denúncias infundadas, que seriam motivadas por fiscalizações que o mesmo tem feito, quanto a aplicação dos recursos públicos na referida entidade.

“Se trata de perseguição política, pois desde janeiro quando assumi o mandato, estou acompanhando não só a questão do hospital, mas outras entidades que recebem dinheiro público e foram constatadas várias irregularidades, venho usando a Tribuna e pedindo esclarecimentos, dentro de meu trabalho de fiscalizador e mostrando o que está errado. Essa é a maneira que acharam para tentar me parar, tentando me amedrontar, pedindo a cassação de meu mandato. Quem lê as denúncias vê que soa totalmente improcedente, é uma forma de tentar me calar”, disse.

Dorta nega ainda que tenha feito qualquer ofensa que pudesse motivar o pedido de cassação.

“De maneira nenhuma. Eu tenho uma formação, eu sei os limites de quando uso a Tribuna. Já mais denegri qualquer pessoa, fiz apenas apontamentos de irregularidades, cobrando providências, exercendo meu mandato de vereador”, disse.

Dorta destaca que seu trabalho de fiscalização não irá parar e fiscalizará sempre a aplicação de recursos públicos.

“Eu não fui eleito para ver e deixar as coisas continuarem como estavam. Se a gente fez um compromisso de transparência, temos e vamos cumprir esse compromisso. Não tenho medo de ameaças, continuarei fiscalizando as ações do Legislativo, do Executivo e das entidades que recebem dinheiro público, ou, seja, onde tiver aplicação de dinheiro público, eu estarei fiscalizando. Sou segundo secretário da Mesa Diretora, presidente da Comissão Constituição, Justiça e Redação, relator da Comissão de Finanças e Orçamento e membro da Comissão Especial da Covid-19. Irei investigar independente de ameaças e o que for. Não irei parar”, completou Marcos Dorta.

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