Nelinho diz que vereadores deram “golpe contra eleitor e tentam encontrar desculpas”

Nelinho diz que vereadores deram “golpe contra eleitor e tentam encontrar desculpas”

Para o vereador Nelinho Noronha (PT),  a nota tirada pelos vereadores Tatiana Heidorn, Maria de Fátima Scaranelo, Silvana Queiroz, Valter Ferreira, Anderson Cardoso Teixeira, Renan Stoco e Artur Barreira,  para tentar justificar o voto favorável ao veto ao projeto de lei que possibilitava a instalação de uma ONG ou fundação em Águas de São Pedro, publicada no site “Fato Político”, não passa de uma tentativa de encontrar desculpas para o “golpe praticado contra o eleitor” de Águas de São Pedro. “Falo isso, porque, agora fazem injúrias e calúnias contra mim, mas, com certeza, se durante a campanha eleitoral esses vereadores dissessem que votariam contrários a instalação de uma instituição que promoveria ações sociais no município, voltadas a atender a população, principalmente a mais carente, sem nenhum custo, não seriam eleitos”, ressalta.

A manutenção ao veto ao projeto de lei, de  autoria do vereador Nelinho Noronha, que mudava o zoneamento urbano da rua Embaixador Oswaldo Aranha, na cidade de Águas de São Pedro, possibilitando a instalação de uma fundação ou ONG na antiga residência do saudoso narrador de futebol Fiori Giglioti, para o autor, não passa de uma ação orquestrada pelo prefeito João Victor Barboza, “que só vetou a propositura por perseguição política a mim. Agora que a população tomou conhecimento do que ocorreu, que a cidade não mais terá uma ONG ou Fundação, tentam encontrar desculpas esfarrapadas para o voto que deram. Além disso, estão impedindo que seja feita uma homenagem ao saudoso narrador de futebol Fiori Giglioti, que por anos residiu naquela casa e contribui em muito para divulgar o nome de Águas”, diz.

Porém, Nelinho diz que a população é sábia e sabe discernir o que está ocorrendo. “Como alguém, em sã consciência, se coloca contrário à instalação de uma ONG ou fundação que não causaria qualquer impacto na vizinhança, mas que garantiria o desenvolvimento de projetos sociais, de canto, música, dança, artes, balé, entre outras atividades educacionais, de forma inteiramente gratuita à  população?”, indaga. “Agora, não adianta vim tentando dar desculpas que não cola”, ressalta.

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