Treineiros no Enem: uma forma de testar o aprendizado no ensino não presencial

Treineiros no Enem: uma forma de testar o aprendizado no ensino não presencial

Ana Carolina Marques, coordenadora pedagógica da Escola Vereda, fala sobre o preparo desses estudantes durante a pandemia e suas principais angústias para o último ano do EM

O início de 2021 está sendo marcado pelos vestibulares e pela prova do Enem (17 e 24/01) graças à mudança do calendário em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Para aqueles que ainda não concluíram o Ensino Médio e desejam testar seus conhecimentos, as provas são uma oportunidade para treinar o preparo para os exames, avaliar como foi o aprendizado durante as aulas online em 2020 e trabalhar as angústias em relação aos desafios da pandemia.

            “Os treineiros devem buscar não só a compreensão de todas as questões que englobam a experiência de fazer o vestibular, mas a possibilidade de um autodiagnóstico. Esse balanço do desenvolvimento do estudante dá a ele a compreensão das estratégias necessárias para prestar a prova no ano seguinte”, ressalta Ana Carolina Marques, coordenadora pedagógica da Escola Vereda.

Para ela, por mais que a presença na escola seja indispensável e que todo o novo modelo de aulas tenha sido feito em caráter emergencial, os jovens tiveram de desenvolver-se de forma muito autônoma em 2020 e aumentar sua participação no processo de ensino. “Apesar de todo o cenário complexo gerado pela pandemia, os alunos tiveram um ganho na autonomia e organização de estudos, tomando papéis ativos no aprendizado e na busca pelos seus objetivos”, afirma a coordenadora. “Esse protagonismo, do jovem que constrói o seu estudo, se torna um grande diferencial no momento do vestibular”.

            Mesmo sem a pressão do possível ingresso em uma universidade e a expectativa das notas de corte, os treineiros ainda estão suscetíveis a sentir diversas angústias, agravadas pelo cenário atual e pelo ano conturbado. “A ansiedade ocasionada pela sobrecarga emocional e a dificuldade em acompanhar o ensino à distância, torna-se um grande obstáculo em uma prova tão exaustiva. Este momento de angústia, que é natural, também se torna mais complexo por conta do afastamento entre os estudantes, ocasionada pela pandemia”, diz Marques.

            A resposta à ansiedade é tirar as últimas semanas anteriores ao Enem para relaxar e apenas rever pequenas estratégias de prova. “O conteúdo já foi trabalhado. Agora, o vestibulando tem que ir seguro do objetivo que ele traçou e de tudo que ele desenvolveu ao longo do ano, vendo isso como uma oportunidade. Assim, é possível minimizar questões como ansiedade e outras angústias”

Ana Carolina Vera é Coordenadora do Ensino Fundamental e Ensino Médio da Escola Vereda. Formada em Letras e Pedagogia, ela tem dez anos de atuação na área da educação, com experiência tanto na docência quanto na gestão escolar.

Sobre a Escola Vereda (www.escolavereda.com.br) – Com 4 anos de atuação, a Escola Vereda oferece formação do Ensino Fundamental I ao Ensino Médio nos campus de  Santo André, São Bernardo do Campo e Mooca. Ela se destaca por ofertar educação integral, através de um planejamento pedagógico minucioso, construído com intencionalidade pedagógica, permitindo assim o foco no protagonismo do estudante e na construção do conhecimento, de maneira alinhada à BNCC, por meio do desenvolvimento dos conteúdos, das habilidades cognitivas, habilidades socioemocionais e habilidades para a vida, resultando na formação das competências necessárias para o século XXI. Tudo isso com um ticket médio competitivo, com o objetivo de oferecer um ensino de qualidade acessível.

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