Doria reconhece sentença e suspenderá aulas presenciais diz deputada Bebel

Doria reconhece sentença e suspenderá aulas presenciais diz deputada Bebel

Em suas redes sociais, a presidenta da Apeoesp – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, a deputada estadual Professora Bebel (PT), disse que finalmente o governador João Doria (PSDB) reconheceu a decisão da Justiça e suspendeu as aulas presenciais por 15 dias. “Que bom que o Estado reconhece que a sentença proferida pela juíza Simone Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública da Capital, tem aplicação imediata. Mais uma vitória da Apeoesp, que sempre defendeu a vida de todos os membros da comunidade escolar”, escreveu.

A sentença favorável à ação civil pública movida pela Apeoesp, em conjunto com outras entidades da educação, suspendendo as aulas e atividades presenciais nas escolas de educação básica do Estado de São Paulo foi dada na última terça-feira, 9 de março. Na sentença, a juíza proíbe a convocação de qualquer profissional para comparecer às unidades escolares de educação básica do Estado de São Paulo (públicas e privadas), estaduais ou municipais, nas fases laranja e vermelha do Plano São Paulo.

Para Bebel, no entanto, “melhor seria se (o governador João Doria) tivesse evitado, desde o início, a desnecessária exposição dos profissionais da educação e dos estudantes ao risco de contágio. Melhor seria se tivesse trabalhado para impedir mais de 2000 contágios de profissionais da educação, inclusive com mais de 30 mortes, inclusive de crianças. Pessoas que não voltarão a sorrir, a abraçar, a amar e a conviver com os seus”, ressaltou.

Na avaliação da presidenta da Apeoesp, se o governador João Doria “prosseguisse na sua sanha genocida, estaria descumprindo ordem judicial, medida que se popularizou no governo Bolsonaro, que se recusa a restabelecer o financiamento de leitos de UTI, determinado pelo Supremo Tribunal Federal. Não precisamos que o governo do Estado repita o descaso com as instituições e com o Poder Judiciário, que nada mais é do que a negação do Estado Democrático de Direito”, enfatizou.

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